Conheça os principais indicadores de gestão hospitalar

Conheça os principais indicadores de gestão hospitalar

Para acompanhar os resultados em uma instituição de saúde garantindo que o bom desempenho seja mantido, é fundamental que os responsáveis pela administração tomem suas decisões baseadas nos indicadores de gestão hospitalar.

Por esse motivo, no artigo de hoje vamos apresentar a importância destes índices no ambiente de saúde. A seguir, continue a leitura para conferir os principais indicadores de gestão hospitalar!

O que são indicadores de gestão hospitalar e qual a sua importância na instituição?

Os indicadores de gestão hospitalar são dados que quantificam as ações de algumas rotinas, visando otimizar a performance da unidade hospitalar. Estes dados ajudam o gestor a avaliar a assistência prestada, mensurar a quantidade e tipos de recursos utilizados, acompanhar a resolução dos problemas da instituição e controlar os custos de produção dos serviços.

Definir os indicadores de forma correta é fundamental para que o gestor consiga acompanhar os pontos que precisam de atenção. Dessa maneira, é possível melhorar a organização administrativa, financeira e assistencial da instituição.

A análise frequente dos indicadores de gestão hospitalar ajuda o gestor a entender de forma acurada a realidade do ambiente, prevendo cenários e realizando medidas adequadas para aumentar a produtividade, lucro e assistência prestada aos pacientes.

Quais os principais indicadores de gestão hospitalar?

Diferentes indicadores podem ser usados na gestão de um hospital, visto que o ambiente conta com variadas áreas a serem monitoradas. Desse modo, separamos os principais indicadores de gestão hospitalar, aqueles mais utilizados pelas instituições:

Produtividade da equipe

Hospitais, consultórios e clínicas que utilizam ferramentas para mensurar a produtividade da equipe conseguem identificar e planejar melhor a execução de algumas atividades, determinando o momento adequado para procedimentos simples e complexos, otimizando o tempo de atendimento e a taxa de ocupação da instituição.

É possível mensurar, por exemplo, a quantidade e o tempo de duração de atendimentos realizados em determinado período, assim como o número de procedimentos executados, a quantidade de salas ou leitos ocupados, os materiais e profissionais envolvidos, classificar o desfecho de cada um destes atendimentos, entre outras informações. Com esses indicadores de gestão, também é possível diminuir a ociosidade dos profissionais.

Satisfação dos pacientes

Outro ponto importante entre os índices de gestão hospitalar é o nível de satisfação dos pacientes. Ele pode ser medido de forma simples, com a ajuda de um questionário. Diversos estabelecimentos de saúde utilizam a metodologia NPS (Net Promoter Score), em que é realizada a seguinte questão: em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você recomendar o hospital para um familiar ou amigo?

Dessa forma, o gestor pode conhecer o percentual de diferentes perfis: os promotores (com notas entre 9 e 10), pacientes neutros (com avaliações entre 7 e 8), e os detratores (que assinalam 6 ou menos).

Atualmente, existem ferramentas e plataformas que realizam o cálculo do NPS de forma automática, permitindo que hospitais e clínicas tenham mais agilidade neste diagnóstico. Contudo, para chegar ao resultado basta fazer o seguinte cálculo:

  • Subtrair o total de promotores por detratores;
  • Dividir o resultado pelo número de pessoas entrevistadas.

Segundo uma escala padrão, a zona de excelência do hospital está entre 75% e 100%, a de qualidade entre 50% e 74%, e a de aperfeiçoamento entre 0% a 49%. Além disso, é importante considerar a crítica, entre -100% a -1%.

Taxa de ocupação

A taxa de ocupação é responsável por mensurar a quantidade de leitos ocupados, ajudando a indicar o perfil da utilização, a média de tempo de permanência e o intervalo de substituição.

Com estes dados, o gestor pode conhecer mais o perfil de ocupação do seu hospital, assim como a forma como os leitos são usados. É importante lembrar que os custos para manutenção dos leitos são altos. Por esse motivo, quanto mais informações disponíveis, melhor será a gestão destes indicadores e menores serão os custos envolvendo equipamentos hospitalares.

De acordo com os números apresentados, o gestor é capaz de identificar se o hospital atua abaixo ou acima de sua capacidade. Esse índice é dado pelo percentual entre o número de pacientes atendidos diariamente e o número de leitos disponíveis, multiplicando o resultado por 100.

O ideal é manter a taxa de ocupação em equilíbrio, considerando leitos extras e excluindo os bloqueados. No cálculo, devem ser excluídos leitos bloqueados, sejam por manutenção, infecção ou diferentes motivos.

Tempo médio de permanência

Os indicadores de gestão hospitalar englobam também o tempo médio de permanência dos pacientes, refletindo na rotatividade do leito operacional. Para conhecer este percentual, é preciso incluir no cálculo do tempo médio de permanência o total de pacientes atendidos, dividido pela quantidade de indivíduos que já receberam alta, foram transferidos ou que foram a óbito dentro de um período determinado. Por fim, o valor deve ser multiplicado por 100.

Esse indicador mostra se as internações estão longas ou curtas demais, apontando para a necessidade de uma investigação das causas, como alta prematura, eventos adversos ou infecções contraídas durante o período, entre outras. No entanto, para analisar o tempo médio de permanência é importante que o gestor considere os tipos de procedimentos executados, o perfil clínico dos pacientes, assim como outros fatores.

Intervalo de substituição

O intervalo de substituição é um indicador de gestão hospitalar que revela o tempo médio de desocupação em um ambiente, como, por exemplo, no bloco cirúrgico. O intervalo corresponde ao tempo em que um leito fica desocupado entre a saída de um paciente e a chegada de outro.

Seu cálculo é realizado pela multiplicação do percentual de desocupação pelo valor de permanência média. Então, se faz a divisão do resultado pela porcentagem de ocupação do hospital.

Com este valor, é possível avaliar como os leitos são utilizados. Um alto índice de taxa de substituição significa ociosidade relevante nas vagas do setor, fator que pode comprometer a assistência aos pacientes que estão na fila para uma vaga.

Portanto, é importante que o gestor faça um planejamento adequado para o uso de salas, consultórios e leitos, de forma a diminuir a ociosidade e oferecer atendimento de qualidade, elevando a satisfação dos pacientes.

Tempo de atendimento e triagem

O tempo de atendimento e triagem indica o período de atendimento do paciente, desde a sua chegada à instituição, passagem pela triagem, até sua saída. Seja por internação, transferência, alta ou óbito.

Esse índice é utilizado para identificar quanto tempo o paciente fica em alguns departamentos. Se as permanências forem prolongadas no primeiro atendimento, por exemplo, a gestão deve entender os motivos, utilizando maneiras de solucionar o problema que pode estar envolvendo e garantindo a segurança dos pacientes, assim como sua satisfação.

Taxa de readmissão

A taxa de readmissão é um importante indicador que usa o tempo em que um paciente retorna ao mesmo hospital após ter alta. Quando existem muitos casos de readmissão é necessário ter atenção, pois a alta hospitalar pode ter sido realizada de maneira equivocada e/ou precoce, ou o serviço prestado pode estar insatisfatório.

Dessa maneira, acompanhar o número de taxas de readmissão é muito importante, afinal, os pacientes que retornam costumam ter custo maior para o hospital, considerando que o caso poderia ter sido resolvido anteriormente. Para calcular o índice de readmissão, é preciso dividir o número de pacientes que retornaram pelo total de pacientes que foram atendidos naquele determinado período.

Rentabilidade

A rentabilidade é um indicador que se refere a quanto o hospital ganhou com recursos investidos em um período. Ou seja, esse é o índice que mostra o retorno sobre investimento (ROI). O cálculo para esse índice pode considerar os procedimentos, materiais e equipamentos envolvidos, o setor relacionado, a atuação do profissional, sua especialidade e outros fatores.

O resultado obtido pelo ROI permite que o gestor de hospitais e clínicas saiba quão produtivo está sendo o uso dos recursos empregados. Dessa forma, se o nível de rentabilidade for alto, a instituição está aproveitando de forma adequada as ferramentas e equipamentos disponíveis.

Faturamento

Por fim, o faturamento também é um dos principais indicadores de gestão hospitalar, avaliando se a instituição é capaz de faturar de forma equilibrada, evitando perdas que podem comprometer a saúde financeira.

O faturamento pode ser calculado com diversos parâmetros, como especialidades, procedimentos e convênios. Dessa maneira, o gestor é capaz de identificar qual convênio é mais rentável, quais procedimentos geram maior retorno ou quais são as especialidades que trazem maiores e menores lucros.

Para que seja feito de forma correta, o cálculo do faturamento deve registrar todos os procedimentos a que os pacientes estão submetidos, garantindo que os dados sejam registrados de forma adequada, incluindo cada material usado.

Você pôde acompanhar na leitura de hoje a importância dos indicadores de gestão hospitalar, auxiliando os gestores a conseguirem uma visão clara e precisa dos diferentes setores da instituição. Com isso, é possível reduzir falhas, antecipar problemas e garantir a segurança dos pacientes e profissionais, elevando sua satisfação.

Este conteúdo foi útil? Então, confira também a importância da gestão hospitalar com um estudo de viabilidade!

COMPARTILHE:
Você sabe qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde? Entenda

Você sabe qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde? Entenda

Os resíduos hospitalares são, em maior parte, perigosos. Quando gerenciados de forma errada, tornam-se uma grande ameaça ao meio ambiente, podendo afetar o solo, água e ar e, consequentemente, a saúde e qualidade de vida das pessoas e animais. Por isso, a gestão ambiental é muito importante.

Mas esse é apenas um dos pontos que a gestão hospitalar aborda, já que ela também pode ajudar em diversos fatores, como a economia e o bem-estar dos colaboradores.

Quer saber mais sobre a gestão ambiental em uma unidade hospitalar? Continue a leitura!

O que é gestão ambiental?

A gestão ambiental é um processo focado na sustentabilidade dentro de empresas. O foco dessa estratégia está em conciliar a execução empresarial com a utilização consciente de recursos nacionais, tudo isso a partir de políticas de responsabilidade social e ecológica.

Ou seja, o objetivo é minimizar os impactos ambientais negativos que a empresa causou, garantindo também que todas as pessoas envolvidas nos processos estejam seguras.

Qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde?

Confira abaixo quais são os principais pontos positivos de se investir na gestão ambiental em hospitais.

Redução de custos

Boas práticas de gestão ambiental não ajudam, apenas, o meio ambiente, mas também o aspecto financeiro das instituições de saúde.

Isso porque, ao implementar determinadas ações como técnicas de reaproveitamento de água e utilização de energia solar em determinados ambientes do hospital podem fazer com que, ao longo prazo, as contas baixem bastante.

Segurança para colaboradores e prestadores de serviço

O descarte de lixo hospitalar em local correto garante que centenas de pessoas sejam protegidas — direta ou indiretamente. Desde os colaboradores responsáveis pela retirada de lixo, até as pessoas que fazem coletas no aterro sanitário ficam seguras quando o lixo é levado para incineração.

Melhora a imagem do hospital

Uma instituição que se preocupa verdadeiramente com os aspectos ambientais ganha prestígio, o que faz com que ela seja valorizada, assegurando que mais pacientes a escolherão no momento em que precisarem de tratamentos médicos.

Garante certificações e evita multas

As legislações ambientais são bem exigentes quanto ao seu cumprimento. Quando a instituição hospitalar trabalha de acordo com essas regras, além de evitar multas, poderá alcançar certificados de conduta ambiental, como é o caso do ISO14001, declarando que o hospital possui um desempenho ambiental correto, o que ajuda a favorecer a instituição durante avaliações para certificações nacionais e internacionais como ONA, JCI e QMENTUM.

O que é o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento de caráter técnico destinado a orientar o descarte correto do lixo hospitalar. Logo, mostra que há compromisso nos processos de geração e destinação dos resíduos no meio ambiente.

É fundamental estar em dia com essas normas, ademais, quem não cumpre a elaboração do PGRSS, fica sujeito a penalidades, que vão desde a aplicação de multas até a possível perda da licença para continuar operando as atividades.

Como proceder com o gerenciamento dos resíduos?

O hospital deve armazenar temporariamente o resíduo sólido, para posterior tratamento e/ou destinação final de acordo com o gênero.

É importante que a instituição hospitalar elabore registros de movimentação relacionados à característica e quantidade de lixo produzido. Além disso, a destinação dada aos mesmos deve ser mantida atualizada.

A coleta do lixo hospitalar deverá ser feita por uma empresa autorizada. O transporte deve ser realizado por veículos adaptados ao tipo de resíduo e suas embalagens. Os motoristas devem ser capacitados com o curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos. Os motoristas e coletores também devem ser treinados para eventuais emergências.

Por fim, o lixo hospitalar deverá ser entregue em uma empresa especializada no descarte desse tipo de material. O tratamento consiste em aplicar técnicas e métodos que modifiquem os riscos inerentes ao tipo de resíduo, para reduzir ou amenizar os danos causados ao meio ambiente.

O lixo hospitalar pode ser um grande vilão para o meio ambiente. É importante reavaliar atitudes e aplicar os conceitos da gestão ambiental dentro das instituições de saúde.

Quer mais dicas de gestão hospitalar? Acompanhe a RTS Rio nas redes sociais, estamos no Linkedin, Facebook e Instagram.

COMPARTILHE:
Manutenção preventiva de equipamentos médicos: entenda sua importância

Manutenção preventiva de equipamentos médicos: entenda sua importância

Delegar a manutenção preventiva de equipamentos médicos é uma parte do trabalho do Gestor Hospitalar que envolve detalhes e cuidados muitas vezes despercebidos.

Entretanto, não é por esse motivo que ela pode ser negligenciada. Pelo contrário: no primeiro sinal de problema, o Gestor certamente será questionado e responsabilizado pelas consequências da falha.

Você sabe como funciona a manutenção preventiva? Para ajudar nessa missão, destacamos no post de hoje a importância de adotar as medidas preventivas e alguns dos pontos que merecem mais atenção. Confira!

O que é a manutenção preventiva?

Como o nome diz, realizar a manutenção preventiva é se antecipar às possibilidades de problemas dos equipamentos hospitalares, garantindo que eles funcionem sempre dentro dos padrões indicados pelos fabricantes e pela OMS.

Durante a manutenção, diversos pontos devem ser verificados, confira alguns deles agora.

Calibragem e precisão

Máquinas mal configuradas podem gerar resultados nebulosos, fazendo com que exista a necessidade de refazer o exame e até aumentar o risco de acidentes e eventos adversos durante a realização dos procedimentos.

 Estes fatores contribuem para a redução da segurança dos pacientes e colaboradores e trazem um aspecto negativo financeiramente, além de expor a instituição em caso de falhas e acidentes graves.

Redução do número de pacientes por dia em determinados exames

Um equipamento que não recebe a manutenção necessária tem a sua vida útil reduzida. Ou seja, ao longo do tempo, ele não conseguirá atender tão bem as demandas, o que vai forçar o hospital a reduzir o número de atendimentos e procedimentos ou substituir o equipamento, o que trará impacto direto nos resultados da unidade.

Cancelamento de atendimentos

Pior do que diminuir o número de atendimentos é ter que pausá-los por completo por tempo indeterminado. Quando um equipamento apresenta falha, ele precisa ser enviado  para a manutenção, comprometendo todo o processo de atendimento do hospital.

Por que é importante agir de maneira preventiva?

A manutenção preventiva é a peça-chave para três aspectos de um hospital: segurança, organização e economia. Ela tem por objetivo a realização de reparos periódicos nos equipamentos hospitalares, de forma que lhes assegure maior vida útil e evite transtornos causados por possíveis problemas, garantindo mais segurança a todas as pessoas que terão contato com estes equipamentos.

Segurança

Imagine um paciente que chega para fazer um exame urgente e o equipamento não liga, ou até mesmo um acidente de trabalho causado por uma máquina que não estava calibrada corretamente.

A finalidade da manutenção periódica é impedir todos esses problemas, visto que são drasticamente reduzidos quando há um acompanhamento frequente e feitos os reparos necessários. Sem contar, ainda, a exposição de todos os pacientes e colaboradores a riscos ao bem-estar próprio.

Organização

Por meio da manutenção preventiva, é possível manter um cronograma de vistorias nos equipamentos, garantindo que eles sempre estarão funcionando na melhor performance possível.

De forma organizada, fica mais fácil garantir que todos os pacientes terão o melhor e mais seguro atendimento, além do fato que nenhum agendamento será feito no dia em que está agendada a manutenção da máquina.

Economia

Avarias e danos permanentes nos equipamentos hospitalares saem muito mais caros do que uma vistoria de manutenção preventiva.

Garantindo, de forma periódica, que o seu equipamento sempre estará funcionando da melhor forma possível, fica muito mais difícil que alguma máquina passe por uma pane e deixe sua equipe na mão.

Ou seja, além da economia, o retorno financeiro se torna ainda mais positivo, uma vez que o dinheiro que precisaria ser envolvido em consertos poderá ser aplicado em melhorias e aquisição de novas tecnologias para o hospital, o que atrairá mais pacientes.

A manutenção preventiva de equipamentos médicos é uma peça fundamental para a gestão hospitalar, uma vez que ela certifica que todos os recursos funcionem perfeitamente, garantindo a segurança de todos os envolvidos.

A RTS oferece atendimentos avulsos de manutenção preventiva e contratos com a locação de equipamentos médicos. Composta por uma equipe de quase 50 profissionais, entre engenheiros, técnicos e back office, a RTS Rio realiza mais de 700 atendimentos por mês, atuando na locação de equipamentos médicos, prestação de serviço técnico, manutenção preventiva, corretiva e calibração,  além de suporte e projetos de gestão integrada.

Se você quer saber mais sobre gestão hospitalar e cuidados com equipamentos médicos, assine a nossa newsletter!

COMPARTILHE:
RTS Rio: uma história de 20 anos de cuidados e inovação

RTS Rio: uma história de 20 anos de cuidados e inovação

Você conhece a RTS Rio? A empresa de soluções inovadoras tem como missão viabilizar diferentes tipos de unidades de saúde, sejam públicas ou privadas, por meio da venda, locação e gestão de serviços e equipamentos hospitalares.

Com 20 anos de experiência no mercado, a RTS Rio busca manter leitos sempre em funcionamento para que seus clientes se preocupem com o que é mais importante: os cuidados com a saúde dos pacientes. A seguir, conheça mais sobre a empresa, seu surgimento, desafios e como ela se destaca hoje no mercado da saúde!

RTS Rio: 20 anos de cuidado e inovação

A RTS é uma empresa de soluções inovadoras para a promoção da saúde no Brasil que iniciou sua caminhada no ano 2000, com o propósito de oferecer melhor atendimento em saúde à população.

A jornada da empresa começou com a prestação de serviços de assistência técnica em equipamentos hospitalares de neonatologia. Logo, a empresa observou a necessidade desse tipo de assistência também em outros estágios.

Dessa forma, em 2006 a RTS Rio agregou a comercialização de grandes marcas mundiais de equipamentos em CTI (centro de terapia intensiva), tornando-se um importante nome neste setor e se relacionando de forma mais próxima com a realidade da saúde do país.

Já em 2008, com um olhar mais sensível e a missão de propor melhores soluções, a empresa inovou seus modelos de negócio. Sendo uma das principais fornecedoras de produtos e serviços hospitalares, não era possível se conformar com a crise na oferta de leitos na saúde pública.

Acompanhando o conceito da economia compartilhada, que já impactava mercados consolidados na época, a RTS Rio lançou seu projeto de Gestão Integrada  de leitos, percebendo rapidamente que, mais que produtos ou serviços, o mercado demandava melhores experiências. Afinal, a saúde deve ser a melhor experiência para o ser humano.

A gestão integrada de leitos possibilita a melhoria do atendimento de diversos tipos de unidades de saúde, aumentando e qualificando a oferta de leitos hospitalares da população brasileira.

Mais que um projeto, a RTS Rio criou uma solução para a saúde do país. Com sua eficiência e performance, a empresa chegou aos hospitais privados, visto que sua inovação atende aos três pilares da sustentabilidade:

  • economia: reduzindo gastos operacionais, combatendo desperdício e educando para o uso consciente;
  • ambiental: pelo uso racional de peças e insumos, maior vida útil dos equipamentos e compartilhamento e realocação de leitos;
  • social: ampliando e qualificando a oferta de leitos, com maior disponibilidade de equipamentos e constante atualização tecnológica.

Por sua trajetória brilhante, em 2018 a RTS Rio foi contemplada pelo prêmio Eco Brasil, maior prêmio de sustentabilidade do país. Com sustentabilidade e inovação, a empresa continua buscando seu propósito, ao inovar e promover qualidade de tecnologia e performance às unidades de saúde do Brasil, levando dignidade, atendimento e saúde à população.

Principais produtos da RTS

A RTS Rio oferece uma área de serviços composta por equipe de quase 50 profissionais, entre engenheiros, técnicos e back office. Essa equipe é responsável por realizar mais de 700 atendimentos por mês, atuando na prestação de serviço técnico a contratos e atendimentos avulsos de manutenção preventiva, corretiva e calibração. Além disso, realiza o suporte à área comercial e aos projetos de gestão integrada. Os principais produtos oferecidos pela RTS Rio, são:

Na gestão integrada de leitos da RTS Rio, você acompanha o conceito da economia compartilhada, em que são adquiridos os benefícios do uso dos equipamentos. Dessa forma, é possível manter leitos em operação utilizando tecnologia moderna e sempre atualizada, garantido os melhores resultados.

Que tal levar a RTS Rio para sua instituição? Então, solicite um orçamento agora mesmo!

COMPARTILHE:
5 principais cuidados com equipamentos hospitalares

5 principais cuidados com equipamentos hospitalares

Ter boas práticas nos cuidados com equipamentos hospitalares é uma forma de garantir a qualidade, eficácia e segurança oferecida pelos produtos. Essas práticas incluem desde a aquisição das máquinas, até a manutenção preventiva e corretiva.

Essas ações devem ser implantadas também para cumprir as recomendações da Vigilância Sanitária, assegurando que os equipamentos ofereçam segurança aos funcionários e pacientes, além de melhorar sua efetividade. A seguir, confira 5 cuidados com equipamentos hospitalares que não podem ser deixados de lado!

5 cuidados com equipamentos hospitalares

Dependendo da maneira que os equipamentos médicos forem utilizados, alguns riscos podem ser causados contra colaboradores e pacientes. Dessa forma, aprender as boas práticas nos cuidados com equipamentos hospitalares visa a segurança do produto, eficiência em sua ação e efetividade do tratamento que ele proporciona. Confira 5 cuidados com equipamentos hospitalares que devem ser realizados.

1. Aquisição em local de confiança

O primeiro entre os cuidados com equipamentos hospitalares está relacionado à aquisição dos produtos. Antes da compra, é importante buscar indicações clínicas a respeito do serviço de saúde em questão. Além disso, é preciso que os equipamentos estejam em condições adequadas para seu uso, atendendo às regulamentações sanitárias sobre instalação, desempenho e manutenção.

No momento da aquisição, é essencial criar uma equipe técnica e clínica, que será responsável pela avaliação das máquinas existentes no mercado, definindo qual a melhor versão de cada uma, com a tecnologia adequada e melhor custo x benefício. Da mesma forma, a equipe de engenharia clínica da instituição deve acompanhar o recebimento dos itens, analisando as condições para instalação e procedimentos para o seu uso.

2. Documentação das atividades executadas

Desde o momento da compra, instalação e até a manutenção realizada devem ser documentadas. Os cuidados com equipamentos hospitalares devem ser registrados e armazenados, com datas e assinatura do responsável.

Tal registro permite rastrear eventos que ocorram antes ou depois de uma atividade, ajudando a investigar as causas de problemas que podem acontecer decorrentes da utilização dos aparelhos.

3. Higiene

Outro importante cuidado que deve ser considerado quando o assunto são equipamentos hospitalares é a higiene. Afinal, a limpeza e esterilização são fundamentais para garantir não só a durabilidade do instrumento, como também a segurança dos pacientes. De acordo com o risco associado à utilização do equipamento, diferentes procedimentos de higiene devem ser realizados.

Limpeza

A limpeza é um processo utilizado para remover a sujeira que se acumula no equipamento. O ideal para que seja feita adequadamente é utilizar um pano úmido, água e sabão neutro, limpando as superfícies externas.

Desinfecção

Já a desinfecção é um procedimento que deve ser executado sempre que parte do equipamento entrar em contato com o corpo do paciente. Essa ação permite a redução da carga microbiana para a próxima utilização. Para isso, é importante conhecer o tipo de produto desinfetante ideal para cada equipamento, evitando danos.

Esterilização

A esterilização é o procedimento usado quando há o contato de qualquer parte do equipamento com sangue ou fluidos do paciente, aumentando o risco para contaminação. Dessa forma, é necessário a utilização de produtos específicos para desinfectar as formas vivas de microorganismos e também as esporuladas, mais resistentes a este tipo de higienização.

4. Calibração

A calibração é um dos cuidados com equipamentos hospitalares que deve estar sempre em dia. Esse processo é fundamental para assegurar condições normais de seu funcionamento, verificando se os padrões específicos estão entre a tolerância determinada.

Para alguns casos, a padronização do aparelho deve ser feita no momento da utilização, atendendo às características clínicas do paciente. Com a calibragem periódica, é possível garantir confiabilidade e otimização dos equipamentos, assim como a segurança da equipe e paciente.

5. Manutenção preventiva e corretiva

Para que os equipamentos operem com segurança e alta performance, é obrigatório seguir um cronograma de manutenções preventivas. Esse procedimento é usado para checar as condições de funcionamento e desempenho dos aparelhos, indicando a necessidade de trocas.

A manutenção preventiva reduz as chances de paralisação de atendimentos, melhorando a satisfação dos pacientes. Além disso, influencia diretamente na vida útil do produto. Isso porque, é capaz de evitar falhas, prolongando o uso do item.

Já a manutenção corretiva é realizada quando o equipamento já apresentou falhas, sejam elas pela sobrecarga de uso ou utilização inadequada. Entre essas manutenções, algumas ações devem ser realizadas. Confira as principais.

Lubrificação das peças necessárias

Alguns itens hospitalares precisam de óleos lubrificantes para que seu funcionamento seja adequado. Peças como motores e partes delicadas, como articulações, podem exigir lubrificação com certa frequência.

Por isso, ao elaborar uma rotina para essa manutenção, a equipe responsável deve adquirir o produto adequado, evitando assim problemas com desgaste precoce e corrosão das peças dos equipamentos.

Teste de desempenho

A manutenção também inclui testes para avaliar o desempenho das máquinas e ferramentas. Checar a funcionalidade do equipamento segundo seus padrões de desempenho e segurança é fundamental.

Cada aparelho exige seu teste específico, e deve ser realizado apenas por profissionais capacitados, seja na instituição, fábrica ou empresa terceirizada. Caso não seja constatado um desempenho satisfatório, é importante verificar se o dispositivo recebeu os cuidados adequados, como limpeza, lubrificação e calibragem.

Troca de peças vencidas

Alguns itens dos equipamentos exigem trocas periódicas e, quando não são realizadas, podem prejudicar o desempenho e os procedimentos realizados. Peças como filtros, baterias e outros acessórios devem ser substituídos quando tiverem ultrapassado o tempo de vida útil garantida pelo fabricante.

A substituição de peças danificadas ou obsoletas aumenta a eficiência do equipamento, potencializando seus resultados. A longo prazo, essa ação também diminui as despesas com manutenções corretivas, além de facilitar o trabalho da equipe.

Aluguel de equipamentos hospitalares

Quando são adquiridos, os cuidados com equipamentos hospitalares são de responsabilidade de gestores e profissionais que atuam na instituição. Isso exige o conhecimento profundo dos itens, além da contratação de colaboradores voltados somente para atuar nesta área.

Já o aluguel de equipamentos médicos, uma alternativa que conquistou o mercado da medicina há alguns anos por sua praticidade, economia e qualidade, permite que o gestor solicite o equipamento somente durante o período de maior uso, sem que o item se torne obsoleto.

Ao alugar equipamentos o gestor não precisa ter conhecimento sobre cada um deles, visto que a empresa escolhida deverá ser responsável por isso. Além disso, a aquisição por meio de aluguel apresenta diversas vantagens que superam a compra e ajudam a tornar a escolha mais fácil. Confira.

Economia

Quando não é necessário comprar equipamentos hospitalares, a economia de recursos é maior, ainda que à primeira vista não pareça. Ao alugar por um tempo determinado, é possível escolher, além do local em que as máquinas e outros itens devem ficar, como também o tempo.

Dessa forma, o gestor pode obter economia dos recursos que muitas vezes seriam gastos em equipamentos que se tornam ultrapassados rapidamente. A compra também inclui gastos com manutenção e consertos. Já na locação dos itens, esses gastos devem ser de responsabilidade da empresa, oferecendo maior economia às clínicas e hospitais.

Com isso, é mais fácil realizar o planejamento financeiro e destinar os recursos para setores que mais precisam, além de contribuir para diminuir os custos repassados ao paciente. No entanto, fique atento, pois não são todas as empresas de aluguéis de equipamentos médicos que ficam responsáveis pela manutenção do equipamento, o que não é o caso da RTS Rio.

Uso conforme a necessidade

O fluxo de pacientes em clínicas e hospitais é imprevisível, assim, um dos desafios da gestão é oferecer todos os equipamentos necessários para suprir a demanda de cuidados durante todo o ano.

Por isso, ao escolher entre comprar ou alugar equipamentos médicos, a locação traz a vantagem de adquirir máquinas somente quando for preciso, sem a necessidade da compra de equipamentos específicos, utilizados com pouca frequência.

Consistência na tecnologia utilizada

Muitas vezes a tecnologia usada em equipamentos de diferentes fornecedores não é a mesma. Por isso, estes materiais podem ser um desafio para os profissionais que estão habituados a somente um fabricante.

Ao alugar materiais sempre da mesma marca ou modelo, a equipe pode garantir um atendimento seguro, considerando que erros não acontecerão devido à falta de conhecimento em relação ao equipamento. Além disso, é importante escolher empresas que ofereçam padronização das máquinas e treinamentos especializados.

Assistência e substituição imediata

Ao comprar um equipamento médico, é preciso entender que a manutenção e substituição pode ser exigida a qualquer momento, demandando o gestor meios financeiros para isso. Já na locação, a empresa deve oferecer total assistência ao hospital ou clínica.

Dessa forma, em caso de falhas, o equipamento será substituído em pouco tempo, sem comprometer o atendimento ou tratamento dos pacientes. Da mesma forma, a manutenção preventiva é realizada periodicamente, diminuindo as chances de necessidade de reparo.

Novas tecnologias

Por fim, uma das maiores vantagens que devem ser observadas no momento de escolher entre comprar ou alugar equipamentos médicos está no uso de novas tecnologias. O aluguel permite que o hospital tenha sempre novos aparelhos para auxiliar no diagnóstico, exames e tratamentos.

Nesse caso, as empresas se comprometem com a renovação contínua da tecnologia assim que elas chegam ao mercado, ação que se torna impossível com a compra. Outra vantagem é que a padronização dos fornecedores, a atualização contribui para melhorar o serviço prestado.

Agora que você já conhece os principais cuidados com equipamentos hospitalares, que tal acompanhar mais assuntos como este? Siga nossas redes sociais para se manter informado. Estamos no Facebook e Instagram!

COMPARTILHE: