Descubra como a informatização da saúde pode melhorar a qualidade do trabalho da sua equipe

Descubra como a informatização da saúde pode melhorar a qualidade do trabalho da sua equipe

A informatização da saúde é uma realidade que contribui com melhorias na área por meio do acesso digital a registros médicos, prontuários, receitas, e outras funcionalidades, oferecendo vantagens para os profissionais e também para pacientes. 

Quer saber como a informatização da saúde pode melhorar a qualidade do trabalho de sua equipe? Então, continue a leitura conosco!

Benefícios da informatização na saúde

A informatização da saúde apresenta diversos benefícios na área médica. Por meio de softwares e equipamentos hospitalares modernos, os atendimentos podem ser melhorados, otimizando o tempo da equipe, tornando diagnósticos mais assertivos, aumentando a segurança em procedimentos, e mais. A seguir, veja alguns dos principais benefícios da informatização na saúde.

Redução de erros

Com equipamentos que garantem exames, procedimentos e tratamentos mais precisos, é possível reduzir erros no atendimento médico. Além disso, as informações completas do paciente, fazendo parte de prontuários eletrônicos, permite que sejam acessados de modo correto, evitando enganos também nesse campo.

Afinal, a eliminação do uso de papel pode diminuir consideravelmente as falhas. A informatização da saúde também contribui para que o médico acompanhe mudanças no quadro clínico do paciente em tempo real.

Melhora no atendimento

Por meio da informatização da saúde, a conectividade permite melhorar o atendimento ao paciente. Com possibilidades como o agendamento de consultas e exames online, o paciente pode reduzir seu deslocamento até clínicas e hospitais, assim como diminuir o tempo de telefone, quando é necessário esperar pela disponibilidade de um atendente para fazer o agendamento de horário.

Softwares e aplicativos facilitam a verificação de datas e horários disponíveis, permitindo que o paciente faça seu agendamento por conta própria pela internet, no dia e horário que preferir. Essa praticidade ajuda não só pessoas com a rotina corrida, como também clínicas e consultórios, auxiliando na organização da agenda médica, redução das filas e melhor atendimento ao paciente.

Integração das informações

A tecnologia na saúde permite que a integração de informações seja realizada, facilitando o trabalho da equipe envolvida. Por meio do prontuário eletrônico, por exemplo, é possível obter o histórico do paciente, exames realizados, procedimentos, diagnósticos, tratamentos, medicações, tudo em um só lugar, registrado de forma eletrônica.

As informações são mantidas em segurança na nuvem, e podem ser acessadas por profissionais que realizam cuidados com o paciente de outras instituições, de forma remota. Essa opção permite a otimização do trabalho, ajudando também a evitar erros.

Processos automatizados

A informatização da saúde diminui o retrabalho, visto que os sistemas permitem agilizar procedimentos de rotina em consultórios, além de permitir a gestão adequada da instituição. Essa é uma excelente forma de mensurar o tempo de cada tarefa.

Monitorando as atividades de cada profissional, desde a chegada do paciente até sua saída, é possível observar quais etapas devem ser melhoradas, como, por exemplo, o longo tempo de espera ou o absenteísmo.

Diagnósticos precisos

Por fim, a informatização traz grandes benefícios para a saúde do paciente. A tecnologia avançada já é uma realidade em equipamentos hospitalares usados para exames, cirurgias e tratamentos. Desse modo, o profissional pode detectar doenças graves ainda em estágios iniciais, como o câncer. Essa possibilidade aumenta consideravelmente as chances de sucesso no tratamento.

Além disso, com o uso da telemedicina, o médico pode debater o caso com um especialista que está em outra localidade, concedendo o acesso ao prontuário do paciente para avaliação. Essa facilidade permite maior precisão no diagnóstico e direcionamento do tratamento.

Como implantar a informatização da saúde com a RTS Rio

A RTS Rio é uma empresa de soluções inovadoras que tem como missão viabilizar diferentes tipos de unidades de saúde, sejam elas públicas ou privadas, por meio da venda, locação e gestão integrada de leitos de CTI e salas cirúrgicas.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado, a RTS Rio mantém os leitos sempre em funcionamento, para que seus clientes se preocupem com o que é mais importante: os cuidados com a saúde dos pacientes. 

Com a Gestão Integrada de Leitos e Salas Cirúrgicas, você acompanha o conceito da economia compartilhada, em que são adquiridos os benefícios do uso dos equipamentos. Dessa forma, é possível implementar a informatização da saúde mantendo leitos em operação por meio de tecnologia moderna e sempre atualizada, garantido os melhores resultados.

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Combate à infecção hospitalar: 6 boas práticas para garantir a segurança de todos!

Combate à infecção hospitalar: 6 boas práticas para garantir a segurança de todos!

A infecção hospitalar é uma condição adquirida após o paciente ser admitido na unidade hospitalar, e pode se manifestar durante sua internação ou até mesmo após a alta. Por isso, é importante que a unidade de saúde trabalhe no combate à infecção hospitalar de forma eficiente.

Com o aumento do tempo de internação e a gravidade do quadro, a infecção hospitalar se torna uma importante causa de morbidade e mortalidade, tornando-se um problema de saúde pública.

A seguir, acompanhe a importância do combate à infecção hospitalar na área da saúde e conheça as principais boas práticas que ajudam a combater esse problema dentro das instituições.

A importância do dia do combate à infecção hospitalar

No dia 15 de maio, é comemorado o dia do combate à infecção hospitalar, data criada para lembrar as instituições de saúde sobre a importância de órgãos como a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.

Esse serviço é responsável por planejar e implantar ações de biossegurança. Dessa forma, são adotados procedimentos e normas que têm como objetivo a manutenção da saúde dos profissionais, pacientes e também familiares e acompanhantes.

A conscientização do profissional de saúde para a adoção de tais medidas usadas para o controle de infecção hospitalar é importante, pois são decisivas para evitar complicações no quadro de saúde e também mortes.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), pelo menos 30% de infecções hospitalares poderiam ser evitadas com a adoção e uso de medidas preventivas. Os pacientes mais afetados são aqueles que necessitam de cuidados intensivos, visto que dependem de procedimentos invasivos como cateteres e respiradores.

6 boas práticas para combater a infecção hospitalar

Para estabelecer, adotar e monitorar o uso de boas práticas para combater as infecções, separamos a seguir, 6 formas de evitar ocorrências do tipo.

1. Lavagem das mãos corretamente com frequência

O primeiro cuidado apontado para o combate à infecção hospitalar não poderia ser outro, senão a lavagem correta das mãos. A rotina de uma instituição envolve o contato com diferentes pacientes, produtos, superfícies e substâncias orgânicas que podem estar contaminados. Desse modo, é fundamental que os profissionais mantenham a correta higienização das mãos com frequência, visto que a prática diminui os níveis de doenças infectocontagiosas.

2. Uso de EPI’s adequados

O ambiente hospitalar envolve riscos biológicos, como o contato com bactérias, fungos e demais agentes que causam infecções. Além disso, a rotina na instituição também envolve riscos devido à manipulação de produtos químicos, contato com pessoas infectadas e fluídos corporais. Assim, durante a prestação dos cuidados, é obrigatório o uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual), como:

  • máscaras;
  • luvas;
  • óculos de proteção;
  • aventais;
  • toucas.

3. Uso de materiais descartáveis

O uso de materiais descartáveis também é uma forma de reduzir a contaminação, por isso, é outra boa prática apontada para o combate à infecção hospitalar. Itens como máscaras, agulhas, toucas, luvas, seringas e gaze contribuem para a proteção da equipe de saúde, reduzindo a disseminação dos agentes infecciosos. Além do uso, os materiais descartáveis devem ter o destino adequado para descarte.

4. Esterilização dos equipamentos

Para materiais que não podem ser descartados, como equipamentos cirúrgicos, a esterilização é uma importante etapa antes do uso. É fundamental verificar se os materiais utilizados foram devidamente higienizados na ala destinada a esse trabalho.

5. Adoção dos protocolos de limpeza local

Cada instituição conta com seu protocolo específico de limpeza, desenvolvido de modo a oferecer segurança a seus pacientes e equipe. O profissional deve seguir os padrões técnicos e éticos dos protocolos, garantindo a segurança de todos e o controle das infecções hospitalares.

6. Uso do uniforme higienizado

Outra importante boa prática que deve ser adotada é o uso do jaleco sempre higienizado. É importante lavá-lo de forma adequada sempre que voltar para casa. Além disso, antes de deixar a instituição, retirá-lo e transportá-lo com segurança. É fundamental orientar a equipe a evitar o uso da vestimenta fora do estabelecimento de saúde, principalmente em ambientes fechados e com outras pessoas.

Como você pôde perceber, a conscientização do combate à infecção hospitalar é necessária para lembrar profissionais da saúde e diretores hospitalares sobre a importância de ações planejadas para evitar a propagação de agentes contaminantes, protegendo a equipe e, principalmente, outros pacientes.

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Conheça os tipos de aspiradores cirúrgicos da Medela e suas especificidades

Conheça os tipos de aspiradores cirúrgicos da Medela e suas especificidades

O aspirador cirúrgico é um aparelho de alta tecnologia muito importante para diversos procedimentos. Eles podem ser utilizados tanto durante, quanto após o processo, para eliminar diversos resquícios, como: fluidos em geral, líquidos, sangue, secreções e gordura em caso de lipoaspiração .

Trata-se de um aparelho muito importante para qualquer tipo de cirurgia. Os aspiradores cirúrgicos podem ser encontrados em diversos setores de uma unidade hospitalar como enfermaria, emergência, centro cirúrgico e UTI’s .

Como é essencial em procedimentos complexos, você deve investir em aparelhos de alta qualidade. Para isso, é importante apostar em uma marca reconhecida mundialmente pela qualidade no desenvolvimento de produtos hospitalares, como a Medela.

A Medela é uma empresa com base na Suíça e possui um vasto portfólio no que diz respeito a aspiradores cirúrgicos. Para você não ficar perdido no meio de tanta variedade, vamos abordar os seguintes tópicos nesse texto:

  • Qual tipo de aspirador cirúrgico da Medela você deve escolher?;
  • Qual a aplicação de cada aspirador cirúrgico da Medela?;
  • Onde encontrar aspirador cirúrgico de qualidade?

Então, se você busca uma tecnologia que melhore a performance de sua equipe e traga maior eficiência aos processos dos pacientes de sua unidade, continue conosco!

Qual tipo de aspirador cirúrgico da Medela você deve escolher?

A essa altura, a importância de um aspirador cirúrgico em sua unidade de saúde já deve estar clara. Porém, não basta comprar qualquer um que aparecer por aí. Como qualquer compra mais rebuscada, deve haver uma pesquisa para tornar o processo mais seletivo e filtrar as melhores opções do mercado.

É preciso pesquisar a fundo as particularidades dos aspiradores cirúrgicos para entender qual deles encaixa melhor com suas necessidades. Mas fique tranquilo! Já iremos adiantar uma parte desse processo para você agora mesmo!

Confira a seguir as características dos aspiradores cirúrgicos Vário, New Basic e Dominant Flex, todos fabricados pela Medela!

Vario

O Vario é uma bomba de sucção que oferece baixo ruído e sistema de coleta descartável ou reutilizável. Outras de suas principais particularidades são:

  • Móvel, flexível, silencioso e portátil;
  • Aspirador cirúrgico com versatilidade de uso;
  • Aspirador cirúrgico de secreções com capacidade de aspiração de 18L/MIN;
  • Funcionamento através de energia elétrica ou bateria recarregável;
  • Conjunto de segurança para evitar contaminação do equipamento, luz Indicativa de standby (LED);
  • Pressão devendo chegar até -80kpa / -600 mmHg.
  • Muito utilizado em Home Care, ambulatórios em geral e até ambulâncias;
  • Sua principal aplicação é a aspiração de secreções de vias aéreas e para pequenos procedimentos.

New Basic

O New Basic é um aspirador cirúrgico elétrico de alto vácuo e baixa velocidade de rotação. Possui regulador de vácuo com membrana dupla e nível de ruído máximo de 36,3 DB. Também possui um sistema de segurança contra extravasamento. Suas demais qualidades são:

  • Capacidade de sucção de até 30L/min, baixa velocidade de rotação;
  • Unidade de acionamento do pistão/cilindro de longa duração e baixo ruído;
  • Possui carrinho de transporte de fácil locomoção e rodízios extremamente resistentes. 
  • Alimentação: 220V – 50/60 Hz ou 110V – 50/60 Hz (consumo máximo de energia de 150W);
  • Manômetro de pressão e botão regulador de vácuo;
  • LED indicador de funcionamento;
  • Interruptores on/off no painel frontal e no pedal;
  • Proteção contra choque elétrico e/ou estouro de dispositivo de segurança e mecânica;
  • Pode ser utilizado com sistema de coleta reutilizável autoclavável em frascos de 1 L ou até 5L, ou em sistema de coleta descartável com frascos de 1,5L ou 2,5 L (com ou sem solidificante);
  • Suas principais aplicações, se fazem em cirurgias de média a alta complexidade;
  • Muito utilizados em UTI e Centros Cirúrgicos para as principais cirurgias;
  • Utilizado em obstetrícia, nos procedimentos de parto assistido por vácuo/ventosa;

Dominant Flex

O Dominant Flex é um aspirador cirúrgico de alto vácuo (máximo de -95 Kpa ou -713 mmHg)  é a opção mais avançada, da marca Medela. Possui botão de ajuste de vácuo, que pode fazer a sucção ir até 60 L/min, ou diminuir até 40 L/min com baixa velocidade de rotação e menos ruído. Seus demais atributos são:

  • Sistema de pistão/cilindro de longa duração;
  • Regulador de vácuo com membrana dupla;
  • Nível de ruído máximo de 42,5 DB;
  • Possui carrinho de transporte e pesa 9,3kg;
  • Alimentação: 220V – 50/60 Hz ou 110V – 50/60 Hz;
  • Pode ser utilizado com sistema de coleta reutilizável autoclavável em frascos de 1L até 5L, ou em sistema de coleta descartável com frascos de 1,5L ou 2,5L (com ou sem solidificante);
  • Se destaca por ter sido desenvolvido para lipoaspiração e/ou cirurgias de grande volume, com secreção espessa;
  • Interruptor on/off no painel frontal e interruptor on/off no pedal, além do opcional de controle de vácuo através de um pedal;
  • Sua principal utilização se faz em centro cirúrgico, no entanto, sendo versátil, pode atender a qualquer outra área hospitalar que necessite de aspiração.

Qual a aplicação de cada aspirador cirúrgico da Medela?

Como você viu, cada aspirador cirúrgico da Medela têm suas próprias características e, por isso, é recomendável utilizá-los em situações diferentes. Segundo a própria empresa suíça, os aspiradores cirúrgicos deles desempenham melhor nas seguintes situações:

  • Vario: home care, ambulância, emergência e consultórios médicos e odontológicos;
  • New Basic: multiuso, endoscopia, emergência e consultórios médicos e odontológicos;
  • Dominant Flex: lipoaspiração, neurocirurgia e todas demais aplicações.

Onde encontrar aspirador cirúrgico de qualidade?

Como você sabe, somos uma empresa que busca soluções inovadoras para promover a saúde da população brasileira. Com este pensamento, a RTS buscou parceria com a Medela, referência mundial na produção de equipamentos hospitalares.

E o resultado desta união não poderia ser melhor: produtos de alta qualidade disponíveis para consumo aqui no Brasil.

Se você se interessou, não deixe de dar uma olhadinha em nossa página de aspiradores cirúrgicos e confira o que há de mais atual no mercado!

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Quais os principais tipos de bombas de infusão?

Quais os principais tipos de bombas de infusão?

O constante avanço na tecnologia permitiu que a área da saúde também tivesse importantes contribuições. Com funcionalidade que garante maior segurança e autonomia, a bomba de infusão é um dos equipamentos que mudaram a realidade da rotina em hospitais e clínicas.

Este é um dos mais práticos recursos atuais, muito utilizado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), salas de emergência e até mesmo em ambulâncias. Por meio da bomba de infusão, é possível administrar drogas e fármacos mais delicados que precisam de mais atenção de maneira totalmente confiável, conforme as vazões ou dosagem em mg/min ou ml/h. A seguir, conheça a importância das bombas de infusão e conheça os modelos mais utilizados!

Qual a importância da bomba de infusão?

A bomba de infusão leva inúmeros benefícios ao ambiente hospitalar, possibilitando a administração automatizada de medicamentos e nutrição, em volumes muito pequenos, de forma precisa e programada.

Desse modo, ela tem papel fundamental em determinados casos clínicos em que o paciente precisa de medicamentos em ritmo controlado. O equipamento é indicado para pacientes com prescrição de infusão de drogas vasoativas importantes, sedações contínuas, insulinas, soros de manutenção e reposição eletrolíticas, nutrição parenteral, dietas enterais e antibioticoterapias rigorosas.

Principais tipos de bomba de infusão no mercado

Atualmente existem diferentes modelos de bomba no mercado, sendo grande parte utilizada em hospitais, em locais como UTI e salas de emergência. No entanto, também existem modelos portáteis, que facilitam o transporte e a vida do paciente. Confira os principais modelos.

Bomba de Infusão Enteral

A bomba de infusão enteral é eletrônica, responsável por controlar a infusão da dieta enteral diretamente no trato digestivo do paciente. Seu controle é preciso em relação ao tempo e quantidade de volume de dieta administrada ao longo de todo o dia, de acordo com a prescrição médica e nutricional.

Bomba Analgesia Controlada por Paciente (PCA)

Esse tipo de bomba é indicada para quadros graves, em que o paciente sente muita dor. O equipamento pode ser controlado pelo próprio paciente em caso de dor, e pode ser usado em hospitais, clínicas, e também em casa. Esse tipo de bomba de infusão é indicado para pós-operatório e casos avançados de doença.

Bomba de infusão de seringa

A bomba de infusão de seringa é uma das mais utilizadas. O equipamento regula a taxa de administração de um medicamento por meio de uma seringa, muito utilizada em UTI Neonatal, é indicada para recém-nascidos, aplicação de medicamentos intravenosos e cuidados paliativos, justamente pelo seu rigoroso controle de infusão de medicamento.

Bombas de infusão na RTS

A RTS Rio fornece aluguel e venda de diferentes modelos de bomba de infusão da marca Medcaptain, equipamentos conhecidos por sua alta qualidade e inovação. Seu diferencial e o uso de equipos universais, as bombas funcionam com qualquer marca de equipo, e podem ser previamente calibradas pela RTS. Confira os 3 modelos com níveis de funcionalidade para consultórios, clínicas e unidades hospitalares.

Bomba Universal de Infusão Enteral EP-60 MedCaptain

A bomba de infusão enteral EP-60 tem ampla faixa de configuração de taxa de alimentação (1 ~ 1200ml/H). Possui também um display touch screen que facilita a interação dos operadores com a interface do aparelho. Além disso, conta com função de rede sem fio, que permite conexão ao sistema de monitoramento central de infusão, função chamada de enfermagem para facilitar a vida do paciente e suporta três tipos de fonte de alimentação.

Bomba Universal de Infusão Parenteral MP-60 MedCaptain

A MP-60 é uma bomba infusora com características parecidas com a EP-60. No entanto, seu tipo de infusão é o parenteral (ou seja, na veia). Também possui display touchscreen e bateria que dura até 300 minutos, a bomba também conta com ajuste de volume de infusão pré-definido.

Além disso, tem onze níveis configuráveis de oclusão no sistema, sete níveis configuráveis de detecção de bolhas, gravação automática das 20 últimas infusões; alarmes com indicação visual e sonora, e muito mais.

Bomba de Seringa MP-30 MedCaptain

A MP-30 é uma bomba de infusão de seringa de microvolume e operação contínua. O equipamento é compatível com todas as seringas do mercado, garantindo uma taxa de infusão constante e um volume de dosagem preciso durante a infusão.

Esse modelo é ideal para infusão de fármacos e de pequenos volumes e alta concentração, como infusão de agentes quimioterápicos, cardiovasculares, antineoplásicos, ocitócicos, anticoagulantes, anestésicos e mais.

Na RTS, você vai encontrar estes e mais modelos de incubadora Fanem, garantindo alta qualidade e eficiência para sua instituição. Além do melhor atendimento, a RTS oferece também serviço técnico e atendimentos avulsos de manutenção preventiva, corretiva e calibração, além do suporte a nossa área comercial e aos projetos de gestão integrada.

Quer saber mais sobre os melhores modelos de bomba de infusão Medcaptain? Então, conheça nossos produtos!

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Descubra quais são os indicadores de manutenção para equipamentos hospitalares

Descubra quais são os indicadores de manutenção para equipamentos hospitalares

Hospitais são essenciais para a sociedade. Muitas vezes, o serviço prestado neste local é determinante para a sobrevivência de uma pessoa. Para garantir a vida de milhares de pessoas, é necessário que o hospital esteja atento à manutenção de seus equipamentos para garantir qualidade no atendimento. É preciso avaliar os indicadores de manutenção de aparelhos hospitalares.

Os indicadores de manutenção são a base do serviço de conservação e reparo de equipamentos. Eles possibilitam se antecipar a falhas e avaliar a qualidade dos serviços de manutenção prestados para seu hospital.

Estes indicadores de manutenção também são importantes para economizar, uma vez que consertos são muito mais custosos que inspeções periódicas. Para entender um pouco mais sobre os indicadores de manutenção e o processo de manutenção de equipamentos de um hospital, abordaremos os seguintes tópicos:

  • Quais são os principais indicadores de manutenção para equipamentos hospitalares?;
  • Quais são os principais tipos de manutenção hospitalar?;
  • Como criar um programa de manutenção hospitalar?

Então, se você quer ter um melhor custo-benefício com seus aparelhos para atingir melhor performance e atendimento, esse texto é para você! Venha saber mais sobre os principais indicadores de manutenção de aparelhos hospitalares com a gente!

Quais são os principais indicadores de manutenção para equipamentos hospitalares?

Para falarmos um pouco mais sobre manutenção de aparelhos hospitalares, é preciso entender um pouco mais sobre os indicadores de manutenção. Os três principais são:

Tempo

Esse indicador de manutenção leva em consideração somente o tempo necessário para que o equipamento volte a funcionar, uma vez detectado qualquer tipo de problema em seu funcionamento.

Qualidade

Este indicador de manutenção é o mais subjetivo dos três. Ele busca mensurar a qualidade do serviço prestado, levando em conta tempo de manutenção, custo de peças extras, quanto tempo até precisar de um novo reparo e até quantas vezes foi necessário reparar o equipamento.

Custo

O indicador de manutenção de custo é um pouco mais complexo do que o nome sugere, pois ele não leva em consideração somente o valor final.

Este indicador de manutenção considera todo o processo pós serviço prestado: a depreciação do equipamento com o passar do tempo, valor gasto com manutenção durante a vida útil da máquina, periodicidade de problemas técnicos idênticos e, por último, o valor total da operação comparado com a performance do equipamento, ou simplesmente “custo-benefício”.

Quais são os principais tipos de manutenção hospitalar?

Além dos principais indicadores de manutenção hospitalares, também é preciso saber um pouco mais sobre os tipos de manutenção e como cada uma delas age. Existem três maneiras de realizar este processo, que veremos logo a seguir:

Preventiva

A manutenção preventiva é realizada de acordo com a quantidade de vezes que o aparelho é utilizado ou com a sua vida útil. Ela busca se antecipar a falhas com ações periódicas orientadas pelo fabricante ou assistente técnico autorizado.

E essa orientação depende de algumas variáveis. Por exemplo, a compra de um equipamento grande necessita de alguns cuidados, como uma análise trimestral em que o técnico responsável avalie uma série de itens específicos para o pleno funcionamento da máquina. Já equipamentos menores podem precisar de uma análise minuciosa após cada uso.

Normalmente o próprio fabricante já indica um programa de manutenção preventiva no ato da compra. Muitas vezes é possível incluir serviços como reparo, inspeção, reposição de peças, garantia estendida ou qualquer outro trabalho necessário já no ato da compra.

Corretiva

Este tipo de manutenção pode ser considerada reativa. Afinal, ela só ocorre após a falha e visa corrigir o erro em questão. Em suma, essa estratégia deve ser evitada, pois não consegue evitar o prejuízo, que é refletido tanto em gasto para conserto como na qualidade do atendimento, e até na saúde do paciente.

Porém, é necessário investir nesse tipo de manutenção, pois é muito comum acontecerem imprevistos e falhas inesperadas. Portanto, é preciso estar preparado para realizar a manutenção corretiva para que o equipamento em questão volte a funcionar o quanto antes, e amenize qualquer tipo de prejuízo. É possível negociar com o distribuidor dos equipamentos um contrato de manutenção com peças inclusas, por exemplo. Desta maneira, a unidade de saúde terá uma previsibilidade quanto aos custos de manutenção e não terá dor de cabeça com eventuais problemas com o equipamento. 

Preditiva

O objetivo deste tipo de manutenção hospitalar é acompanhar o processo do equipamento e identificar sinais que demonstram possíveis falhas antes que elas aconteçam. Ela busca se antecipar a falhas para evitar panes que comprometam o resultado.

Para tal, a manutenção hospitalar preditiva utiliza a tecnologia de análise de dados para reconhecer padrões. A principal vantagem que a análise preditiva faz é sinalizar que um determinado equipamento precisa de manutenção antes do tempo previsto.

Como criar um programa de manutenção hospitalar?

Você já aprendeu sobre indicadores de manutenção hospitalar e as três maneiras de realizar este processo em seu hospital. Mas ainda está faltando algo: como colocar tudo isso em prática? É o que a gente vai explicar para você agora! Siga o nosso passo a passo:

1. Planejamento

Para implementar qualquer tipo de estratégia com sucesso, é necessário ter planejamento. Após pesquisar, estudar e comparar diferentes fornecedores e modus operandi, certifique-se que seu plano de ação contemple os três tipos de manutenção.Outro passo essencial é listar tarefas de inspeção e monitoramento para esboçar um processo interno que otimize sua operação. Dessa forma será mais fácil compreender quais ferramentas e quais perfis de profissionais você irá precisar para colocar seu programa de manutenção hospitalar em prática.

2. Profissionais especializados

Pode parecer estranho, mas iremos explicar. Por mais que manter um departamento com vários empregados fixos seja custoso, para o setor de manutenção, pode ser uma boa estratégia.

Para isso, você terá que avaliar as demandas de seu hospital/clínica e fazer contas. Além disso, você pode terceirizar esse setor. Dependendo do custo e do tipo de contrato firmado, a terceirização pode ser mais vantajosa.

Portanto, avalie se não é vantajoso contar com ao menos um profissional capacitado que entenda sobre preservação de estrutura hospitalar e ajude neste processo, ou uma empresa qualificada para terceirização do serviço.

3. Orientação

Por mais que você consiga reunir profissionais extremamente capacitados, é necessário orientá-los. Portanto, oriente e capacite sua equipe. Invista em treinamentos que abordam a vida útil de cada aparelho e mostram como agir para obter o melhor desempenho possível dele (como ligar e desligar, como operar e guardar, como higienizar etc).

4. Inventário

Tão importante quanto investir na manutenção propriamente dita e na capacitação de sua equipe, é registrar tudo. O inventário serve para organizar seu hospital e evitar perdas desnecessárias ou subutilização de equipamentos. Portanto, garanta que todo e qualquer tipo de aparelho ou acessório seja registrado, assim como a situação em que se encontra.

5. Monitoramento

O inventário e o monitoramento andam lado a lado. São ações complementares. Monitorar significa sempre estar antenado sobre a situação dos recursos do hospital e assim se antecipar a problemas e evitar prejuízos financeiros e de qualidade à unidade de saúde.

6. Inspeções

Uma consequência das ações anteriores. Após registrar e monitorar seus equipamentos, será possível estabelecer a periodicidade de inspeção de cada um de seus aparelhos. Também é possível se amparar no manual do fabricante para estabelecer esse número.

7. Análise de dados

Todo este processo é voltado para gerar dados. Portanto, não os desperdice. Aprenda a analisá-los para ter um programa de manutenção hospitalar mais assertivo. Então, compare e avalie seus dados a fim de identificar padrões e progresso, assim como para identificar possíveis pontos de melhora.

8. Feedbacks

Investir em dados é fundamental para uma gestão mais precisa da manutenção hospitalar. Porém, é necessário lembrar que todo este processo serve para melhor atender pessoas. Então, não deixe de as ouvir. Estimule e valorize os feedbacks de funcionários, pacientes e acompanhantes.

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Aprenda a calcular a taxa de depreciação de equipamentos hospitalares

Aprenda a calcular a taxa de depreciação de equipamentos hospitalares

A depreciação de equipamentos hospitalares é a perda do valor de um bem. Isso pode estar relacionado a diferentes aspectos, como desgaste devido ao uso, falhas e tempo entre fabricação e aquisição. Ao ignorar a depreciação dos equipamentos hospitalares, deixando de realizar os cálculos adequados, certas consequências negativas podem ocorrer, como a redução da produtividade, perda de eficiência, prejuízos financeiros, aumento do custo de manutenção e mais.

Em qualquer tipo de instituição de saúde, a vida útil do bem é o tempo em que ele gerará benefícios para aquele local, oferecendo ao gestor margens para calcular a trajetória de uso. Além disso, o valor residual também é um indicador importante, determinando o final da vida útil e as depreciações anuais, assim como o valor mais baixo durante os anos, chamado de valor de revenda. 

Para entender melhor a taxa de depreciação de equipamentos hospitalares e saber como realizar seu cálculo, continue a leitura!

O que é a depreciação de equipamentos hospitalares e por que ela acontece?

A depreciação de equipamentos hospitalares é a perda do valor de um bem, causada pelos desgastes oriundos de diversos fatores. A seguir, veja os principais motivos que levam a depreciação:

  • Uso frequente: o uso com frequência causa desgaste natural;
  • Deterioração: a deterioração acontece principalmente em equipamentos com muito uso e sem manutenção preventiva;
  • Novas tecnologias: o surgimento de novas tecnologias tornam antigos equipamentos obsoletos.

Como fazer o cálculo da depreciação?

Para realizar o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares é preciso listar todos os itens, ferramentas e máquinas do empreendimento, anotando os respectivos valores de compra. Em seguida, acrescente vida útil a cada item, de acordo com os dados da Receita Federal. Ou seja:

  • 5 anos para computadores e periféricos;
  • 5 anos para veículos;
  • 10 anos para máquinas, móveis e utensílios;
  • 25 anos para imóveis.

Divida o valor de cada item, pelo respectivo tempo de vida útil em anos, e então, divida o resultado por 12. Desse modo, é possível ter a apuração da depreciação mensal. Entenda melhor no exemplo: 

Se um equipamento tem o valor de R$ 1.800,00, e se encaixa na categoria de vida útil de 5 anos, a depreciação anual será de R$ 360,00, e a mensal de R$ 30,00. Esses números são úteis ao ajudar o profissional a se programar para substituir os itens.

Ao saber o número de pacientes e fazer a estimativa de exames que serão realizados ao mês por equipamento, o gestor pode definir o valor de cada consulta, calculando o valor bruto. Assim, o lucro bruto multiplicado pelo número de exames realizados ao mês resulta no valor total do lucro mensal, permitindo que o gestor calcule com precisão e segurança a substituição de aparelhos em depreciação.

Além disso, para calcular a depreciação de equipamentos hospitalares, é essencial saber que com 1 ano de uso, se for vendido, o aparelho terá deságio de 10% do valor de compra. Dessa forma, se o item foi comprado por um valor inicial de R$ 10.000,00, a venda após 1 ano de uso deve ser de R$ 9.000,00.

De acordo com o art. 57 da Lei n.º 4.506 de 30 de Novembro de 1964, sobre computação de custo ou encargo em relação à diminuição do valor em um bem, poderá ser computado como custo a importância correspondente à diminuição do valor do bem ativo resultado do desgaste por uso. Veja:

“Art. 57. Poderá ser computada como custo ou encargo, em cada exercício, a importância correspondente à diminuição do valor dos bens do ativo resultante do desgaste pelo uso, ação da natureza e obsolescência normal.”

Agora que você já sabe o que é depreciação de equipamentos hospitalares e a importância de realizar o cálculo dessa taxa para evitar problemas como redução da produtividade, perda de eficiência, prejuízos financeiros e aumento do custo de manutenção, coloque essa ação em prática para melhorar a gestão de sua instituição!

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