Humanização na saúde: por que e como colocar em prática

Humanização na saúde: por que e como colocar em prática

Hoje em dia, a medicina está cada vez mais moderna, fazendo uso de recursos tecnológicos que eram impensáveis há alguns anos. No entanto, mesmo diante de incontáveis avanços, acolhimento e humanização na saúde continuam sendo alguns dos pontos primordiais para o bom exercício da profissão.

A discussão sobre a importância de como o paciente é tratado dentro da clínica ou do hospital é importante para todos aqueles que são ou pretendem se tornar profissionais de saúde e têm consciência do impacto do seu ofício sobre a comunidade.

Pensando nisso, neste post, vamos falar sobre o tratamento humanizado e como aplicá-lo no dia a dia. Confira!

O que é a humanização na saúde?

Mesmo diante dos avanços tecnológicos, o atendimento humanizado é uma prática que nenhuma máquina jamais conseguirá realizar, uma vez que diz respeito ao modo como o paciente é acolhido por toda a equipe médica — desde o agendamento da consulta até o momento do atendimento pelo médico.

Diante de consideráveis queixas relatando maus tratos nos hospitais, em 2000, o Ministério da Saúde implementou o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, cujo foco é a promoção de uma nova cultura de atendimento que priorize valores e atitudes de respeito à vida humana e, em consequência, aumente a qualidade dos serviços prestados na área de saúde no Brasil.

Qual a importância de se ter acolhimento e humanização na medicina?

Como você sabe, diante de um diagnóstico ou tratamento, os pacientes encontram-se em momentos frágeis e vulneráveis. Sendo assim, o que eles mais precisam não é apenas de suas habilidades e conhecimentos médicos, mas também de compreensão, acolhimento, encorajamento e paciência.

Tudo isso pode ser oferecido por meio do atendimento humanizado, com o qual você poderá criar uma relação de profunda confiança com o paciente. Dessa maneira, ele se sentirá à vontade para lhe contar tudo o que você precisa saber. Essa confiança e compreensão são fundamentais para a fidelização do paciente.

Outra grande vantagem da estratégia é que a humanização oferecida aos pacientes tende a se espalhar pelo hospital todo, alcançando também as equipes. Com isso, o clima organizacional aprimora-se consideravelmente, deixando todos mais motivados, produtivos e engajados em alcançar os objetivos da organização.

Compreender a importância de acolhimento e humanização no atendimento é entender que a competência profissional vai além do domínio técnico da medicina. Ela está diretamente associada à capacidade de fazer com que os pacientes sintam-se confortáveis durante a consulta ou o tratamento.

A aplicação do atendimento humanizado também gera diversos resultados positivos para os médicos, como os listados a seguir:

  • Aumenta a fidelização do paciente;
  • Melhora o relacionamento entre médico e paciente, aumentando a confiança no trabalho do profissional escolhido;
  • Ao conhecer melhor o paciente, o médico tem maior facilidade em fazer diagnósticos corretos;
  • Melhora o nível de satisfação dos colaboradores;
  • Diminui o número de processos e reclamações éticas contra médicos;
  • Melhora a reputação dos profissionais.

Como aplicar a humanização do atendimento médico no dia a dia?

A aplicação de acolhimento e humanização no dia a dia do consultório é uma tarefa que pode ser facilmente desenvolvida por todos os profissionais, uma vez que não exige grandes e caros investimentos. Abaixo, listamos algumas dicas que vão auxiliar nessa atividade.

Treine a equipe

Acolhimento e humanização na medicina não é atribuição apenas do médico. Toda a equipe, incluindo colaboradores de recepção e segurança, deve estar preparada para realizar um atendimento de excelência aos pacientes de modo que eles se sintam acolhidos no ambiente.

Tenha cuidado com a linguagem técnica

Seu paciente quer compreender qual é a doença, as causas, o grau de perigo e, principalmente, se tem cura ou não. Portanto, você não precisa enchê-lo de termos técnicos que ele não entenderá e que ainda podem deixá-lo mais assustado.

Lembre-se de que, na sua frente, há uma pessoa leiga e, provavelmente, assustada, que não tem a menor obrigação de conhecer os termos científicos e jargões médicos. Explique com clareza e detalhes e, se necessário, não poupe exemplos para que o paciente compreenda todos os aspectos da doença e do seu tratamento.

Dê atenção às dúvidas

Acolhimento e humanização do atendimento também dependem da maneira como as dúvidas são respondidas. Não dê respostas grosseiras ou faça pouco caso das preocupações do paciente.

Seja atencioso e empático com o sofrimento e a angústia dele, de modo que ele se sinta respeitado e valorizado a ponto de preferir ouvir o que você tem para dizer ao invés de dar atenção a pesquisas realizadas na internet ou pitacos de familiares e amigos.

Considere as condições mentais e existenciais do paciente

Um diagnóstico não vem acompanhado apenas de um tratamento, mas também de muita fragilidade, medo, vulnerabilidade, desespero. Cada paciente reage de uma forma, e você deve considerar os familiares envolvidos na situação. Não é pouca coisa, não é mesmo? E tudo isso deve ser tão respeitado quanto a saúde física.

Trate seu paciente por inteiro, e não apenas o que aflige seu corpo. Ele precisa de acolhimento, alívio e orientação. Enxergue-o enquanto indivíduo e faça o possível para confortá-lo. Mostre-se presente, escute-o e fique atento para aquilo que ele transmite sem falar nada.

Ao mencionar os efeitos colaterais de um tratamento quimioterápico, por exemplo, não fale só das consequências físicas. Converse abertamente com o paciente sobre questões estéticas, relações afetivas, vida sexual, trabalho, rotina, etc., tudo o que for afetado pelo tratamento.

Isso é tratá-lo de forma humanizada. Dessa maneira, você revolucionará o atendimento de tal maneira que o paciente jamais esquecerá o que você, sua equipe médica e seu hospital fizeram por ele.

Trate seu paciente como único

Evite distrações no momento da consulta e esteja focado no seu paciente. Nada de ficar mexendo no celular, olhar o relógio a todo momento ou permitir a interrupção constante de algum funcionário, de modo que pareça que você não está prestando atenção ao que está acontecendo dentro do seu consultório.

Invista na transparência

Ser sensível e compreensivo não significa “esconder o jogo” dos pacientes. Um dos pilares da humanização na saúde é a transparência entre médico e paciente. Quando essa via anda para os dois lados, todos os envolvidos terão a chance de ouvir um ao outro, fortalecendo a relação de confiança.

Reter informações ou transmiti-las com pouca clareza resulta apenas em ansiedade, pavor e angústia, além de dar asas às imaginações mais férteis para pensar em mil cenários terríveis que podem até mesmo piorar o estado real de saúde do paciente.

Além disso, é claro, o paciente deve estar completamente ciente de tudo o que está sendo feito ou proposto para que ele possa consentir com todos os tratamentos, remédios, procedimentos e o que mais for necessário.

Crie o hábito de recolher feedback dos pacientes

Quando você estabelece uma cultura baseada no diálogo e na confiança, mesmo os problemas e decepções percebidos pelo paciente dentro do hospital tornam-se muito mais fáceis de contornar, pois ele estará mais receptivo.

Faça jus a isso por meio do recolhimento de feedback dos pacientes, algo que deve se tornar um hábito se você quiser continuar aprimorando o hospital e aumentando as taxas de fidelização cada vez mais. Dessa maneira, você terá dicas valiosas sobre problemas a serem corrigidos, medidas a serem implementadas e pontos a serem aprimorados.

Gostou de entender melhor porque a humanização na saúde e atendimento é tão importante para os hospitais da atualidade? Para receber mais dicas sobre gestão hospitalar, acompanhe a RTS Rio nas redes sociais, estamos no Facebook e Linkedin!

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6 dicas para escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares

6 dicas para escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares

Escolher um bom fornecedor de equipamentos hospitalares tem papel fundamental para o bom funcionamento da instituição de saúde. Ao definir a qualidade dos produtos e serviços que serão oferecidos, assim como profissionalismo e comprometimento da empresa, é possível assegurar o bom andamento dos procedimentos e atividades dentro do ambiente hospitalar. Do contrário, todo o trabalho poderá ser comprometido.

No entanto, escolher um fornecedor de equipamentos hospitalares não é uma tarefa fácil. A boa notícia é que, seguindo algumas dicas, é possível tomar uma decisão que ofereça sucesso nessa etapa.

Assim, o hospital ou clínica poderá oferecer os melhores produtos e serviços para seus pacientes, otimizando processos e garantindo segurança e saúde. Neste artigo, apresentaremos algumas dicas para ajudar os responsáveis pela gestão hospitalar a escolherem um bom fornecedor de equipamentos hospitalares. Acompanhe!

Dicas para escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares:

Escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares requer do gestor cuidado em relação à análise técnica. Afinal, muitas questões devem ser consideradas. A seguir, listamos os principais pontos a serem analisados para a escolha correta.

1. Avalie a qualidade dos equipamentos

A saúde é uma área em constante evolução e que conta com a tecnologia cada vez mais presente em seus procedimentos. Por isso, é importante avaliar a qualidade dos equipamentos médicos oferecidos pelo fornecedor, assegurando que sejam modernos e acompanhem as últimas inovações tecnológicas.

Desse modo, antes de decidir pela empresa, peça uma demonstração dos produtos disponíveis, solicitando detalhes técnicos como a origem dos equipamentos e a tecnologia utilizada. Além disso, confira também a diversidade das linhas oferecidas. Assim, é possível obter diferentes itens do mesmo fornecedor, economizando tempo de escolha e alcançando melhores condições para preços e formas de pagamento.

2. Observe a tecnologia aplicada

Como vimos anteriormente, é importante conhecer o investimento que o fabricante realiza em inovações para os equipamentos, afinal, o desenvolvimento tecnológico no setor traz infinitos benefícios. 

Dessa maneira, cabe ao gestor pesquisar as tendências do mercado, como os lançamentos e novidades que podem levar benefícios à instituição. Caso o fornecedor realize a troca de equipamentos com frequência, significa que os produtos são sempre atualizados. Essa possibilidade contribui para que a instituição tenha avanço nos processos,   redução de custos a médio e longo prazo, melhor suporte de assistência técnica e segurança.

3. Avalie o custo-benefício dos equipamentos

Outro fator a ser avaliado para escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares é o custo-benefício. Ainda que a qualidade e atualização sejam importantes, os limites financeiros da instituição devem ser considerados.

Isso não significa escolher os produtos mais baratos do mercado. O foco é garantir qualidade a partir de alternativas que possam equilibrar entre o preço e as funções oferecidas.

Uma boa opção é conversar com as equipes de profissionais, conhecendo as necessidades da instituição. Com essas informações, é possível buscar fornecedores de equipamentos hospitalares específicos.

Além disso, o gestor deve conhecer as funções e tecnologias, para verificar se os equipamentos oferecem o que há de mais moderno no mercado, justificando o valor investido. Da mesma forma, é importante avaliar se o custo está de acordo com a disposição da instituição.

4. Pesquise a reputação e a experiência da empresa

Para os produtos hospitalares existem normas nacionais e internacionais que devem ser consideradas. Portanto, é essencial que o gestor busque informações como: 

  • Padronização seguida pelo fornecedor; 
  • Conhecimento em normas como a ISO;
  • Experiência na manutenção dos equipamentos (corretiva e preventiva);
  • Modelos de treinamento que podem ser oferecidos para cada tecnologia.

Dessa maneira, a reputação do fornecedor diante dos contratantes funciona como um importante indicador de confiança. Isso porque, em empresas de qualidade, o bom funcionamento da instituição é fundamental.

Assim, o gestor deve pesquisar sobre as empresas no mercado que oferecem, além de produtos de qualidade e preço adequado, rápido atendimento para manutenção e reposição dos equipamentos, como também profissionais qualificados para educar os contratantes sobre o uso de cada aparelho.

Para isso, é importante visitar sites das empresas especializadas e até mesmo conferir as redes sociais. Além disso, se houver tempo disponível, uma boa ideia é firmar um contrato menor, conhecendo um pouco do serviço oferecido pela empresa antes de investir em um acordo maior.

5. Conheça o atendimento da empresa

Ao entrar em contato com um fornecedor pela primeira vez, o gestor terá a chance de avaliar boa parte do seu atendimento prestado. Afinal, é importante conhecer melhor o atendimento oferecido antes mesmo de escolher a empresa, certificando-se que terá o suporte ideal.

Desse modo, caso o fornecedor não apresente comprometimento com a qualidade do atendimento inicial, é muito provável que o suporte técnico e atendimento pós-contrato deixe a desejar.

É importante observar em quanto tempo o fornecedor retorna esclarecendo as dúvidas do contratante, se existe demora para enviar orçamentos, responder questionamentos simples relacionados aos aparelhos ou ao contrato.

Esses são alguns indicativos da forma como a empresa atua e, caso não ofereça agilidade no atendimento inicial, uma boa sugestão é procurar por outra empresa que atenda a todos os requisitos. Considerando a importância do atendimento pós-contrato, principalmente para equipamentos hospitalares, é fundamental que o fornecedor realize um bom atendimento desde o início.

6. Avalie as condições do contrato

Por fim, antes de escolher o fornecedor de equipamentos hospitalares é preciso avaliar as condições de contrato oferecidas pela empresa. Para isso, o gestor deve analisar os valores, prazos, flexibilidade e também os termos relacionados à rescisão.

Muitas empresas trabalham com prazos que não podem atender às necessidades do contratante. Portanto, é importante ter atenção para detalhes como este, resolvendo tais problemas antes mesmo de firmar o contrato.

A flexibilidade é um fator importante, afinal, dentro de um ambiente hospitalar, as necessidades podem variar, mudando o cronograma. Mesmo que pareçam muitos detalhes a serem observados, o gestor deve entender que o melhor fornecedor terá todas as características para atender a instituição da melhor forma.

Agora que você entendeu a importância de escolher o melhor fornecedor de equipamentos hospitalares e conferiu os principais fatores a serem considerados para essa escolha, lembre-se que, encontrar uma empresa com credibilidade no mercado também tem grande peso na decisão. Por isso, busque referências e invista em qualidade. Essa é a melhor forma de levar segurança e economia para a instituição.

O que você achou destas dicas? Está pronto para escolher a melhor empresa em equipamentos hospitalares? Então, conheça os produtos e serviços da RTS!

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A importância da biossegurança hospitalar e como aplicá-la

A importância da biossegurança hospitalar e como aplicá-la

Você conhece a importância da biossegurança hospitalar? Ainda que esse seja um tema fundamental e tão relevante em ambientes como os hospitais, muitas pessoas que atuam nesse setor não sabem o motivo de seguir essas práticas.

Por isso, para entender melhor sobre este assunto e realizar um trabalho mais seguro, continue a leitura conosco. Neste artigo, descubra a importância da biossegurança hospitalar e como ela pode ser um grande diferencial para trabalhadores e pacientes!

Qual é o conceito de biossegurança?

A biossegurança é definida como um conjunto de normas, procedimentos e boas práticas que ajudam a determinar a segurança dos profissionais que atuam em hospitais, consultórios, clínicas e unidades de saúde, consequentemente trazendo um atendimento com menos riscos aos pacientes

Ao falar sobre a importância da biossegurança hospitalar é importante entender que o foco é voltado para os profissionais que atuam nessa área. Contudo, a biossegurança também preza pelo meio ambiente, sociedade, redução de riscos e bem-estar dos pacientes, visto que ao ignorar essas medidas, podem ser causados problemas de saúde pública, como as epidemias. A biossegurança em hospitais é responsável por cuidar de:

  • Instalações e infraestrutura adequadas do local;
  • Boas práticas em todos os ambientes;
  • Evitar a exposição de profissionais à agentes biológicos;
  • Qualificação e treinamento da equipe.

A biossegurança hospitalar são regras que toda a equipe deve seguir como forma de reduzir ou prevenir os acidentes que podem prejudicar a saúde dos trabalhadores e também dos pacientes, como acidentes que possam causar a contaminação por agentes biológicos e contração de doenças.

Dessa forma, a biossegurança em hospitais orienta sobre a importância do uso de EPIs (equipamento de proteção individual) e EPCs (equipamento de proteção coletiva). Estes equipamentos garantem a segurança e integridade dos colaboradores, além de proteger aqueles que buscam atendimento hospitalar.

Boas práticas de biossegurança hospitalar e como aplicá-las

As boas práticas ajudam a entender a importância da biossegurança hospitalar. Adotar ações de prevenção e proteção para diminuir qualquer contaminação sempre foi fundamental em locais de assistência à saúde. No entanto, com a pandemia causada pela Covid-19 e a facilidade de contágio, essa questão ganhou ainda mais destaque.

Para que as práticas de biossegurança funcionem em hospitais, clínicas e consultórios, os gestores e colaboradores devem trabalhar em união. De maneira geral, os pilares que ajudam na aplicação de uma rotina de trabalho desenvolvida com boas práticas são a gestão eficiente, o uso dos EPIs e EPCs, e as práticas corretas de higienização e limpeza.

Gestão eficiente para a biossegurança

Para que as normas e regras de biossegurança sejam aplicadas, a gestão hospitalar deve estar à frente do assunto. Os profissionais responsáveis pela gestão devem avaliar os riscos, definindo o que deve ser feito, assim como os equipamentos de segurança que devem ser fornecidos para cada profissional em cada setor.

Uso de EPIs EPCs 

Para o uso dos equipamentos de segurança, todo colaborador deve receber informações e treinamento adequado antes mesmo de iniciar seu trabalho. Além disso, sempre que for necessário, reciclagens e novas orientações sobre uso devem ser comunicadas de forma clara aos profissionais.

Prática correta de higienização e limpeza

É importante enfatizar o papel da higienização e limpeza correta de cada área do hospital. A equipe responsável deve trabalhar de acordo com o planejamento controlado e monitorado. Também devem ser respeitadas as regras da vigilância sanitária, utilizando sempre produtos e equipamentos que sejam adequados para cada função e procedimento.

Somente quando estes cuidados são considerados, é possível entender a importância da biossegurança hospitalar, aplicando suas normas com sucesso. Para isso, organização, planejamento e oferta dos EPIs e EPCs corretos são fatores essenciais.

Como parte destas boas práticas, e para reforçá-las, a unidade também pode contar com sistemas de identificação visual, especificando áreas críticas e não críticas, leitos e pacientes em precaução de contato e/ou precaução respiratória, o que pudemos observar com bastante atenção desde o início da pandemia pelo Coronavírus. Em alguns casos estes pacientes podem se encontrar em isolamento, e isso pode facilmente ser visualizado por placas nas portas ou cabeceiras dos leitos. 

Treinamento da equipe

Entretanto, de nada adianta aplicar as normas de biossegurança hospitalar sem que as equipes sejam treinadas e orientadas para seguir as regras estipuladas. Com treinamento constante, os profissionais podem trabalhar mais protegidos, diminuindo os eventos adversos e também o risco para pacientes.

Desse modo, os profissionais de diferentes áreas que atuam em ambientes de saúde devem receber treinamento periódico relacionado aos tipos e uso correto de EPIs, lavagem das mãos, descarte adequado de resíduos e materiais contaminados, entre outros pontos importantes.

É necessário entender a importância da biossegurança hospitalar para adotar os padrões de segurança exigidos em estabelecimentos de saúde. Assim, as atividades podem ser realizadas de maneira segura, com o mínimo risco para todas as pessoas que circulam no local, desde profissionais, a pacientes e acompanhantes.

Gostou de acompanhar as informações que trouxemos neste post? Então vai gostar de conferir também como a tecnologia pode ser aliada na segurança do paciente!

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Conheça os principais indicadores de gestão hospitalar

Conheça os principais indicadores de gestão hospitalar

Para acompanhar os resultados em uma instituição de saúde garantindo que o bom desempenho seja mantido, é fundamental que os responsáveis pela administração tomem suas decisões baseadas nos indicadores de gestão hospitalar.

Por esse motivo, no artigo de hoje vamos apresentar a importância destes índices no ambiente de saúde. A seguir, continue a leitura para conferir os principais indicadores de gestão hospitalar!

O que são indicadores de gestão hospitalar e qual a sua importância na instituição?

Os indicadores de gestão hospitalar são dados que quantificam as ações de algumas rotinas, visando otimizar a performance da unidade hospitalar. Estes dados ajudam o gestor a avaliar a assistência prestada, mensurar a quantidade e tipos de recursos utilizados, acompanhar a resolução dos problemas da instituição e controlar os custos de produção dos serviços.

Definir os indicadores de forma correta é fundamental para que o gestor consiga acompanhar os pontos que precisam de atenção. Dessa maneira, é possível melhorar a organização administrativa, financeira e assistencial da instituição.

A análise frequente dos indicadores de gestão hospitalar ajuda o gestor a entender de forma acurada a realidade do ambiente, prevendo cenários e realizando medidas adequadas para aumentar a produtividade, lucro e assistência prestada aos pacientes.

Quais os principais indicadores de gestão hospitalar?

Diferentes indicadores podem ser usados na gestão de um hospital, visto que o ambiente conta com variadas áreas a serem monitoradas. Desse modo, separamos os principais indicadores de gestão hospitalar, aqueles mais utilizados pelas instituições:

Produtividade da equipe

Hospitais, consultórios e clínicas que utilizam ferramentas para mensurar a produtividade da equipe conseguem identificar e planejar melhor a execução de algumas atividades, determinando o momento adequado para procedimentos simples e complexos, otimizando o tempo de atendimento e a taxa de ocupação da instituição.

É possível mensurar, por exemplo, a quantidade e o tempo de duração de atendimentos realizados em determinado período, assim como o número de procedimentos executados, a quantidade de salas ou leitos ocupados, os materiais e profissionais envolvidos, classificar o desfecho de cada um destes atendimentos, entre outras informações. Com esses indicadores de gestão, também é possível diminuir a ociosidade dos profissionais.

Satisfação dos pacientes

Outro ponto importante entre os índices de gestão hospitalar é o nível de satisfação dos pacientes. Ele pode ser medido de forma simples, com a ajuda de um questionário. Diversos estabelecimentos de saúde utilizam a metodologia NPS (Net Promoter Score), em que é realizada a seguinte questão: em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você recomendar o hospital para um familiar ou amigo?

Dessa forma, o gestor pode conhecer o percentual de diferentes perfis: os promotores (com notas entre 9 e 10), pacientes neutros (com avaliações entre 7 e 8), e os detratores (que assinalam 6 ou menos).

Atualmente, existem ferramentas e plataformas que realizam o cálculo do NPS de forma automática, permitindo que hospitais e clínicas tenham mais agilidade neste diagnóstico. Contudo, para chegar ao resultado basta fazer o seguinte cálculo:

  • Subtrair o total de promotores por detratores;
  • Dividir o resultado pelo número de pessoas entrevistadas.

Segundo uma escala padrão, a zona de excelência do hospital está entre 75% e 100%, a de qualidade entre 50% e 74%, e a de aperfeiçoamento entre 0% a 49%. Além disso, é importante considerar a crítica, entre -100% a -1%.

Taxa de ocupação

A taxa de ocupação é responsável por mensurar a quantidade de leitos ocupados, ajudando a indicar o perfil da utilização, a média de tempo de permanência e o intervalo de substituição.

Com estes dados, o gestor pode conhecer mais o perfil de ocupação do seu hospital, assim como a forma como os leitos são usados. É importante lembrar que os custos para manutenção dos leitos são altos. Por esse motivo, quanto mais informações disponíveis, melhor será a gestão destes indicadores e menores serão os custos envolvendo equipamentos hospitalares.

De acordo com os números apresentados, o gestor é capaz de identificar se o hospital atua abaixo ou acima de sua capacidade. Esse índice é dado pelo percentual entre o número de pacientes atendidos diariamente e o número de leitos disponíveis, multiplicando o resultado por 100.

O ideal é manter a taxa de ocupação em equilíbrio, considerando leitos extras e excluindo os bloqueados. No cálculo, devem ser excluídos leitos bloqueados, sejam por manutenção, infecção ou diferentes motivos.

Tempo médio de permanência

Os indicadores de gestão hospitalar englobam também o tempo médio de permanência dos pacientes, refletindo na rotatividade do leito operacional. Para conhecer este percentual, é preciso incluir no cálculo do tempo médio de permanência o total de pacientes atendidos, dividido pela quantidade de indivíduos que já receberam alta, foram transferidos ou que foram a óbito dentro de um período determinado. Por fim, o valor deve ser multiplicado por 100.

Esse indicador mostra se as internações estão longas ou curtas demais, apontando para a necessidade de uma investigação das causas, como alta prematura, eventos adversos ou infecções contraídas durante o período, entre outras. No entanto, para analisar o tempo médio de permanência é importante que o gestor considere os tipos de procedimentos executados, o perfil clínico dos pacientes, assim como outros fatores.

Intervalo de substituição

O intervalo de substituição é um indicador de gestão hospitalar que revela o tempo médio de desocupação em um ambiente, como, por exemplo, no bloco cirúrgico. O intervalo corresponde ao tempo em que um leito fica desocupado entre a saída de um paciente e a chegada de outro.

Seu cálculo é realizado pela multiplicação do percentual de desocupação pelo valor de permanência média. Então, se faz a divisão do resultado pela porcentagem de ocupação do hospital.

Com este valor, é possível avaliar como os leitos são utilizados. Um alto índice de taxa de substituição significa ociosidade relevante nas vagas do setor, fator que pode comprometer a assistência aos pacientes que estão na fila para uma vaga.

Portanto, é importante que o gestor faça um planejamento adequado para o uso de salas, consultórios e leitos, de forma a diminuir a ociosidade e oferecer atendimento de qualidade, elevando a satisfação dos pacientes.

Tempo de atendimento e triagem

O tempo de atendimento e triagem indica o período de atendimento do paciente, desde a sua chegada à instituição, passagem pela triagem, até sua saída. Seja por internação, transferência, alta ou óbito.

Esse índice é utilizado para identificar quanto tempo o paciente fica em alguns departamentos. Se as permanências forem prolongadas no primeiro atendimento, por exemplo, a gestão deve entender os motivos, utilizando maneiras de solucionar o problema que pode estar envolvendo e garantindo a segurança dos pacientes, assim como sua satisfação.

Taxa de readmissão

A taxa de readmissão é um importante indicador que usa o tempo em que um paciente retorna ao mesmo hospital após ter alta. Quando existem muitos casos de readmissão é necessário ter atenção, pois a alta hospitalar pode ter sido realizada de maneira equivocada e/ou precoce, ou o serviço prestado pode estar insatisfatório.

Dessa maneira, acompanhar o número de taxas de readmissão é muito importante, afinal, os pacientes que retornam costumam ter custo maior para o hospital, considerando que o caso poderia ter sido resolvido anteriormente. Para calcular o índice de readmissão, é preciso dividir o número de pacientes que retornaram pelo total de pacientes que foram atendidos naquele determinado período.

Rentabilidade

A rentabilidade é um indicador que se refere a quanto o hospital ganhou com recursos investidos em um período. Ou seja, esse é o índice que mostra o retorno sobre investimento (ROI). O cálculo para esse índice pode considerar os procedimentos, materiais e equipamentos envolvidos, o setor relacionado, a atuação do profissional, sua especialidade e outros fatores.

O resultado obtido pelo ROI permite que o gestor de hospitais e clínicas saiba quão produtivo está sendo o uso dos recursos empregados. Dessa forma, se o nível de rentabilidade for alto, a instituição está aproveitando de forma adequada as ferramentas e equipamentos disponíveis.

Faturamento

Por fim, o faturamento também é um dos principais indicadores de gestão hospitalar, avaliando se a instituição é capaz de faturar de forma equilibrada, evitando perdas que podem comprometer a saúde financeira.

O faturamento pode ser calculado com diversos parâmetros, como especialidades, procedimentos e convênios. Dessa maneira, o gestor é capaz de identificar qual convênio é mais rentável, quais procedimentos geram maior retorno ou quais são as especialidades que trazem maiores e menores lucros.

Para que seja feito de forma correta, o cálculo do faturamento deve registrar todos os procedimentos a que os pacientes estão submetidos, garantindo que os dados sejam registrados de forma adequada, incluindo cada material usado.

Você pôde acompanhar na leitura de hoje a importância dos indicadores de gestão hospitalar, auxiliando os gestores a conseguirem uma visão clara e precisa dos diferentes setores da instituição. Com isso, é possível reduzir falhas, antecipar problemas e garantir a segurança dos pacientes e profissionais, elevando sua satisfação.

Este conteúdo foi útil? Então, confira também a importância da gestão hospitalar com um estudo de viabilidade!

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Você sabe qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde? Entenda

Você sabe qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde? Entenda

Os resíduos hospitalares são, em maior parte, perigosos. Quando gerenciados de forma errada, tornam-se uma grande ameaça ao meio ambiente, podendo afetar o solo, água e ar e, consequentemente, a saúde e qualidade de vida das pessoas e animais. Por isso, a gestão ambiental é muito importante.

Mas esse é apenas um dos pontos que a gestão hospitalar aborda, já que ela também pode ajudar em diversos fatores, como a economia e o bem-estar dos colaboradores.

Quer saber mais sobre a gestão ambiental em uma unidade hospitalar? Continue a leitura!

O que é gestão ambiental?

A gestão ambiental é um processo focado na sustentabilidade dentro de empresas. O foco dessa estratégia está em conciliar a execução empresarial com a utilização consciente de recursos nacionais, tudo isso a partir de políticas de responsabilidade social e ecológica.

Ou seja, o objetivo é minimizar os impactos ambientais negativos que a empresa causou, garantindo também que todas as pessoas envolvidas nos processos estejam seguras.

Qual a importância da gestão ambiental nas instituições de saúde?

Confira abaixo quais são os principais pontos positivos de se investir na gestão ambiental em hospitais.

Redução de custos

Boas práticas de gestão ambiental não ajudam, apenas, o meio ambiente, mas também o aspecto financeiro das instituições de saúde.

Isso porque, ao implementar determinadas ações como técnicas de reaproveitamento de água e utilização de energia solar em determinados ambientes do hospital podem fazer com que, ao longo prazo, as contas baixem bastante.

Segurança para colaboradores e prestadores de serviço

O descarte de lixo hospitalar em local correto garante que centenas de pessoas sejam protegidas — direta ou indiretamente. Desde os colaboradores responsáveis pela retirada de lixo, até as pessoas que fazem coletas no aterro sanitário ficam seguras quando o lixo é levado para incineração.

Melhora a imagem do hospital

Uma instituição que se preocupa verdadeiramente com os aspectos ambientais ganha prestígio, o que faz com que ela seja valorizada, assegurando que mais pacientes a escolherão no momento em que precisarem de tratamentos médicos.

Garante certificações e evita multas

As legislações ambientais são bem exigentes quanto ao seu cumprimento. Quando a instituição hospitalar trabalha de acordo com essas regras, além de evitar multas, poderá alcançar certificados de conduta ambiental, como é o caso do ISO14001, declarando que o hospital possui um desempenho ambiental correto, o que ajuda a favorecer a instituição durante avaliações para certificações nacionais e internacionais como ONA, JCI e QMENTUM.

O que é o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento de caráter técnico destinado a orientar o descarte correto do lixo hospitalar. Logo, mostra que há compromisso nos processos de geração e destinação dos resíduos no meio ambiente.

É fundamental estar em dia com essas normas, ademais, quem não cumpre a elaboração do PGRSS, fica sujeito a penalidades, que vão desde a aplicação de multas até a possível perda da licença para continuar operando as atividades.

Como proceder com o gerenciamento dos resíduos?

O hospital deve armazenar temporariamente o resíduo sólido, para posterior tratamento e/ou destinação final de acordo com o gênero.

É importante que a instituição hospitalar elabore registros de movimentação relacionados à característica e quantidade de lixo produzido. Além disso, a destinação dada aos mesmos deve ser mantida atualizada.

A coleta do lixo hospitalar deverá ser feita por uma empresa autorizada. O transporte deve ser realizado por veículos adaptados ao tipo de resíduo e suas embalagens. Os motoristas devem ser capacitados com o curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos. Os motoristas e coletores também devem ser treinados para eventuais emergências.

Por fim, o lixo hospitalar deverá ser entregue em uma empresa especializada no descarte desse tipo de material. O tratamento consiste em aplicar técnicas e métodos que modifiquem os riscos inerentes ao tipo de resíduo, para reduzir ou amenizar os danos causados ao meio ambiente.

O lixo hospitalar pode ser um grande vilão para o meio ambiente. É importante reavaliar atitudes e aplicar os conceitos da gestão ambiental dentro das instituições de saúde.

Quer mais dicas de gestão hospitalar? Acompanhe a RTS Rio nas redes sociais, estamos no Linkedin, Facebook e Instagram.

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Manutenção preventiva de equipamentos médicos: entenda sua importância

Manutenção preventiva de equipamentos médicos: entenda sua importância

Delegar a manutenção preventiva de equipamentos médicos é uma parte do trabalho do Gestor Hospitalar que envolve detalhes e cuidados muitas vezes despercebidos.

Entretanto, não é por esse motivo que ela pode ser negligenciada. Pelo contrário: no primeiro sinal de problema, o Gestor certamente será questionado e responsabilizado pelas consequências da falha.

Você sabe como funciona a manutenção preventiva? Para ajudar nessa missão, destacamos no post de hoje a importância de adotar as medidas preventivas e alguns dos pontos que merecem mais atenção. Confira!

O que é a manutenção preventiva?

Como o nome diz, realizar a manutenção preventiva é se antecipar às possibilidades de problemas dos equipamentos hospitalares, garantindo que eles funcionem sempre dentro dos padrões indicados pelos fabricantes e pela OMS.

Durante a manutenção, diversos pontos devem ser verificados, confira alguns deles agora.

Calibragem e precisão

Máquinas mal configuradas podem gerar resultados nebulosos, fazendo com que exista a necessidade de refazer o exame e até aumentar o risco de acidentes e eventos adversos durante a realização dos procedimentos.

 Estes fatores contribuem para a redução da segurança dos pacientes e colaboradores e trazem um aspecto negativo financeiramente, além de expor a instituição em caso de falhas e acidentes graves.

Redução do número de pacientes por dia em determinados exames

Um equipamento que não recebe a manutenção necessária tem a sua vida útil reduzida. Ou seja, ao longo do tempo, ele não conseguirá atender tão bem as demandas, o que vai forçar o hospital a reduzir o número de atendimentos e procedimentos ou substituir o equipamento, o que trará impacto direto nos resultados da unidade.

Cancelamento de atendimentos

Pior do que diminuir o número de atendimentos é ter que pausá-los por completo por tempo indeterminado. Quando um equipamento apresenta falha, ele precisa ser enviado  para a manutenção, comprometendo todo o processo de atendimento do hospital.

Por que é importante agir de maneira preventiva?

A manutenção preventiva é a peça-chave para três aspectos de um hospital: segurança, organização e economia. Ela tem por objetivo a realização de reparos periódicos nos equipamentos hospitalares, de forma que lhes assegure maior vida útil e evite transtornos causados por possíveis problemas, garantindo mais segurança a todas as pessoas que terão contato com estes equipamentos.

Segurança

Imagine um paciente que chega para fazer um exame urgente e o equipamento não liga, ou até mesmo um acidente de trabalho causado por uma máquina que não estava calibrada corretamente.

A finalidade da manutenção periódica é impedir todos esses problemas, visto que são drasticamente reduzidos quando há um acompanhamento frequente e feitos os reparos necessários. Sem contar, ainda, a exposição de todos os pacientes e colaboradores a riscos ao bem-estar próprio.

Organização

Por meio da manutenção preventiva, é possível manter um cronograma de vistorias nos equipamentos, garantindo que eles sempre estarão funcionando na melhor performance possível.

De forma organizada, fica mais fácil garantir que todos os pacientes terão o melhor e mais seguro atendimento, além do fato que nenhum agendamento será feito no dia em que está agendada a manutenção da máquina.

Economia

Avarias e danos permanentes nos equipamentos hospitalares saem muito mais caros do que uma vistoria de manutenção preventiva.

Garantindo, de forma periódica, que o seu equipamento sempre estará funcionando da melhor forma possível, fica muito mais difícil que alguma máquina passe por uma pane e deixe sua equipe na mão.

Ou seja, além da economia, o retorno financeiro se torna ainda mais positivo, uma vez que o dinheiro que precisaria ser envolvido em consertos poderá ser aplicado em melhorias e aquisição de novas tecnologias para o hospital, o que atrairá mais pacientes.

A manutenção preventiva de equipamentos médicos é uma peça fundamental para a gestão hospitalar, uma vez que ela certifica que todos os recursos funcionem perfeitamente, garantindo a segurança de todos os envolvidos.

A RTS oferece atendimentos avulsos de manutenção preventiva e contratos com a locação de equipamentos médicos. Composta por uma equipe de quase 50 profissionais, entre engenheiros, técnicos e back office, a RTS Rio realiza mais de 700 atendimentos por mês, atuando na locação de equipamentos médicos, prestação de serviço técnico, manutenção preventiva, corretiva e calibração,  além de suporte e projetos de gestão integrada.

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